terça-feira, 26 de junho de 2012

Dreamworks confirma filme baseado em Need for Speed

Need for Speed.

Há alguns meses a EA começou a mostrar interesse em fazer um filme de Need for Speed. Agora parece que o negócio vai acontecer de verdade.
Em nota oficial, o estúdio Dreamworks revelou que comprou os direitos para trabalhar com a franquia de corridas da Electronic Arts. Eis o que eles dizem:
"Os irmãos George e John Gatins desenvolveram uma história original, com George sendo resposável pelo roteiro. O roteiro é baseado na série Need for Speed, mas não baseado em um jogo individual. A EA vai produzir junto com John Gatins e Mark Sourian. Scott Waugh (Ato de Valor) está envolvido com a direção e o projeto está correndo na Dreamworks, com o início da produção previsto para o começo do ano que vem e o lançamento, para 2014."
John Gatins foi o roteirista de Gigantes de Aço.
Se eles ainda estiverem procurando por um título, eu sugiro 2 Need 4 Speed.

Street Fighter III – Fuurinkazan: um curta de animação brasileiro

Ilustração 3D de Victor Hugo.

O ilustrador brasileiro Victor Hugo Queiroz é responsável por algumas artes 3D impressionantes, incluindo versões de personagens de jogos como Street Fighter III e Mega Man Zero. Agora a iniciativa de representar o universo de séries famosas ficou ainda mais séria. Ele gostou tanto da ideia de um Ryuzinho encarando o gigante Hugo (acima), que decidiu fazer um curta de animação baseado na luta.
O filme vai se chamar “Street Fighter III – Fuurinkazan”, e pretende contar a história da última vitória de Ryu no torneio, tema da ilustração anterior. Victor fala mais sobre o projeto:
"A ideia veio de um papo descompromissado com um dos animadores e grande amigo meu, Derek Henriques, que também está cuidado de boa parte da direção. Assim que terminei a ilustra do Ryu VS Hugo, a própria Capcom divulgou a imagem com o titulo de 'Capcom – Pixar Mashup' e daí fez a cabeça borbulhar de ideias.  Eu já tinha um roteiro em mente, que era a luta do Ryu contra o Hugo (segundo a história do SF, Hugo foi o unico a resistir a um Shin Shoryuken), mas achava impossivel, já que eu não sei animar e não tinha nenhuma noção de como funciona 3D para animação. Ao longo do ano passado fui ganhando mais conhecimento sobre essa parte e comecei a amadurecer a ideia."
Além de Derek, Victor conta com a ajuda de mais um animador, mas diz que ainda vai precisar de ajuda na pós-produção, além de máquinas para renderizar o filme. Ele pensa em preparar um teaser trailer até o final de 2012, e a partir daí conseguir patrocínio para o projeto.

Pôster de Street Fighter III – Fuurinkazan

A produção de Fuurinkazan começou no fim do ano passado e, se tudo der certo, o filme sai no fim de 2013. A imagem que você vê acima é o “pôster” do curta.
Vamos ficar de olho e torcer para que o projeto dê certo. Para conhecer mais trabalhos do Victor, acesse o seusite pessoal.

domingo, 24 de junho de 2012

Seu PC provavelmente vai conseguir rodar Dark Souls

Dark Souls.

Então você assinou uma petição e conseguiu o que queria: Dark Souls vai ser lançado para PC. Pode não ser a melhor versão de todos os tempos, mas é limpinho. E está na hora de saber se seu PC vai rodar o novo brinquedinho digital da From Software.
A resposta mais direta possível é: provavelmente sim. As especificações mínimas do jogo não são muito exigentes, então pode ficar tranquilo e se preparar para mais uma longa sessão de Masoquismo. Nosso amigo Mucioli já esta comendo a mão de ansiedade. Afinal, vamos ter conteúdo extra nessa versão.
Mas talvez a pergunta certa seja: VOCÊ está preparado para Dark Souls?
Requisitos do Sistema para Dark Souls:
OS: Windows XP , Windows Vista, Windows 7 ou mais recente
Processador: 2.6 GHz Dual-Core
Memória: 1 GB (XP), 2GB (Vista/7)
Espaço em disco: 4 GB
Placa de vídeo: 512 MB RAM, ATI Radeon 4850 ou melhor, Nvidia GeForce 8800 GT ou melhor
DirectX®: 9.0c
Áudio: Placa de som compatível com Direct Sound

Como os 22 experimentos de Molyneux podem revelar ideias novas para os games

Divulgação

Muitas das convenções que hoje são básicas no cinema, na literatura, na fotografia e outras artes surgiram, ao longo das décadas e dos séculos, a partir de artistas experimentais, independentes. Então virou um senso comum esperar que as próximas grandes inovações nos games também venham de uma cena indie vibrante, e que os games se tornem uma espécie de vanguarda. Enquanto essa cena indie vem prosperando ultimamente, muito por causa da distribuição digital, a discussão sobre vanguarda foi trazida à tona por… sim, Peter Molyneux.
Existem diversos designers trabalhando em jogos pequenos, inovadores, experimentais. Designers que nós poderíamos considerar, coletivamente, de um movimento de vanguarda. A maioria é obscura, assim como muitos dos cineastas experimentais dos anos 60 ainda permanecem obscuros fora de alguns currículos universitários. Os jogos e as artes experimentais não são exatamente os assuntos mais comerciais do mundo.
Mas Molyneux é bastante conhecido, tem uma carreira que inclui Populous, Black and White e Fable, entre outros jogos. E ele chamou atenção o bastante quando anunciou sua saída do Lionhead Studios para formar a start-up 22 Cans (que está contratando).
Essa empresa vai lançar 22 “experimentos” para entender melhor como os jogadores funcionam. O primeiro, Curiosity, chega em breve. Será uma sala virtual com um cubo no centro – os jogadores acertam o cubo, até que ele quebre e revele algo “extraordinário” ao autor da última pancada. A soma de todos os 22 experimentos vai, teoricamente, formar uma montanha de dados que vão indicar como as pessoas realmente lidam com ferramentas sociais, formando a espinha dorsal de um jogo que será lançado dois anos depois.

Peter Molyneux, ex-Lionhead Studios e atual 22Cans (© Renato Bueno/Kotaku Brasil)

Quando eu soube desse conceito, lembrei na hora de Os Simpsons. Isso mesmo. Mais especificamente, o episódio “22 Short Films About Springfield”. E, na verdade, minha intuição estava certa.
Esse episódio não só pega referências explícitas de Pulp Fiction, mas também de um filme independente chamado Thirty Two Short Films About Glenn Gould. Tanto os originais quanto o episódio dos Simpsons dizem que a melhor maneira de entender alguma coisa – um dia, uma pessoa, uma história – é abordá-la de diversos pontos de vista ao mesmo tempo. Uma série de “vinhetas”, diz a ideia, pode dizer mais do que uma análise profunda em linha reta.
Da mesma forma, os 22 experimentos pretendem formar um grande projeto que nos diga mais sobre quem somos e como nos comunicamos. Mais do que um projeto focado e aprofundado. 
As ideias de Molyneux sempre foram cheias de promessas que não necessariamente se concretizavam nos jogos finalizados. Em Black & White, você era um deus que não se sentia tão onipotente assim; Fable sempre prometia uma ampla gama de escolhas, mas acabava sempre ficando entre um dilema binário. A maior expressão das ideias de Molyneux talvez tenham se estabelecido nos jogos em que ele nunca botou a mão: todos aqueles que foram criados na Molydeux Game Jam, uma ideia que nasceu como piada, mas que o próprio Molydeux aprovou. 

Black and White 2, do Lionhead Studios

Os jogos da Jam vieram de ideias tuitadas do Molyneux fake no Twitter, Peter Molydeux. E isso, em vários sentidos, é o melhor sinal de que o mundo dos games nunca esteve tão pronto para receber ideias de fora. Centenas de pessoas desconhecidas, e dispostas a contribuir com algum talento, reuniram-se em diversas cidades durante um fim de semana para criar jogos baseados deliberadamente nas ideias absurdas de uma pessoa que só existe para tirar sarro da indústria de games mainstream.
É claro que nem Molyneux ou Molydeux estão à altura de um Andy Warhol. E qualquer game design que procure fugir dos caminhos batidos desse meio precisa ter menos drogas psicodélicas e orgias do que boa parte da arte dos anos 60. Mas existe esse questionamento fundamental: o que é o nosso meio, por que ele funciona desse jeito, e será que conseguimos desmontá-lo para criar algo novo com seus elementos? 

Kotaku

De certo modo, nós estamos vendo nos games o surgimento de uma variação da velha “vanguarda” – algo mais suave e persuasivo, menos incisivo ou irritado. E isso vem se transmitindo de maneira acessível, “jogável”, com uma velocidade e tanto. Jogos que surgem na Xbox Live, na PlayStation Network, nos portáteis e até mesmo via download para PC estão pulando fora dos gêneros estabelecidos antes mesmo que nós possamos pensar no nome dos novos gêneros.
Como você classifica games como Journey e Flower, que provam que um jogo pode ser limitado aos seus componentes mais básicos, e ainda assim ser belo e relevante? Como descrever Sword and Sworcery? Você pode contar para alguém o que é Minecraft, mas suas palavras não vão conseguir explicar o porquê de o jogo ser tão adorado. Como você explica que Johann Sebastian Joust é um game, mesmo que ele funcione sem uma tela? 
Onde estamos hoje, na metade de 2012, a linha entre a arte de dentro e a arte de fora vai ficando borrada. Não há dúvidas de que precisamos de toneladas de recursos para fazer o que chamamos de um “jogo mainstream”. E essa indústria mainstream faz o favor de romper os limites de inovação tecnológica. Então, qualquer pessoa que esteja fora desse sistema não terá os milhões de dólares para, por exemplo, melhorar a física de uma grande “engine”. Mas os jogos precisam de participação, e os jogadores têm muito a acrescentar. Nessa era de mods e engines mais baratas e acessíveis, do conteúdo gerado pelo usuário e das redes sociais, o participante tem muito a acrescentar às experiências. 
Para cada jogo que aparece como que do nada, fora do cenário mainstream, uma parte do mainstream muda. Vemos o ápice desse fenômeno (e seu pior lado comercial) na proliferação de jogos de Facebook e aplicativos mobile que são quase idênticos entre si, e naqueles que são plagiados sem pudor. Uma boa ideia se transforma imediatamente numa boa ideia mainstream, se puder ser copiada rápido o suficiente. 

Journey (© PS3)

Outras ideias, porém, demoram um pouco mais para ecoar. O “menos é mais” do multiplayer de Journey, por exemplo: não vai ser a última vez que veremos um barulhinho substituir toda a fala humana. E jogos como Braid e Fez, que intencionalmente usam marcas registradas de alguns gêneros para subverter esses mesmos gêneros, ficam mais populares a cada ano. E não é raro ver um pensador que prefere trabalhar fora do “establishment” conseguindo os recursos para fazer isso dentro da indústria mainstream, e de maneira relevante. O que nos leva de volta a Peter Molyneux. Sejam lá quais forem as 22 coisas que nós iremos aprender sobre como os jogadores se relacionam com o conteúdo, o valor e o próprio ato de jogar um game, podemos esperar que essas ideias serão usadas. Em todos os lugares. Não só nos projetos que a 22 Cans conseguir criar até 2015 e mesmo depois, mas em outros jogos que compartilham o mesmo ecossistema. Se alguém realmente está disposto a pagar US$ 77.000 por um “power up” em Curiosity, todos que fazem jogos vão parar e ouvir. Ideias, boas ou ruins, viajam rapidamente. E depois que elas deixam a Caixa de Pandora, elas não voltam mais. Eu realmente espero que as 22 coisas que nós aprenderemos mostrem o melhor lado da natureza humana, e não o pior. E espero que, no final, elas nos tragam jogos melhores, e não mais lucrativos. Essas vibrações não vão parar no primeiro jogo. Elas nunca param.



Uma imagem bonita até demais de Watch Dogs

Watch Dogs.

A Ubisoft está fazendo mistério em relação ao queridinho da E3, Watch Dogs. Para quais plataformas o jogo vai sair?
Nós sabemos que o PC está garantido (ou não) e que o jogo chega em 2013 (ou não), mas será que o Xbox 360 e o PS3 aguentam tantos detalhes quanto os mostrados na imagem da galeria abaixo? Eu acho que não.
A imagem, que começou a circular na internet nesta sexta-feira (22), contém detalhes muito bonitos e texturas bem feitas demais para nossos velhos e pobres consoles da geração atual. Tudo bem, pode ser que essa seja apenas uma tela de divulgação retocada até o último detalhe e que o jogo realmente chegue para os videogames de hoje. Mas não faz mal se preparar para ver Watch Dogs apenas no “Durango” e no “Orbis” – sejá lá quando eles forem lançados.

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

Todo ano, representantes dos maiores sites de games do mundo se reúnem para indicar os melhores jogos que eles testaram na E3 (ou na semana anterior à E3, em eventos especiais feitos para isso).
Mas há uma condição: de acordo com as regras do prêmio, o jogo precisa poder ser “manipulado em tempo real enquanto roda na sua plataforma nativa” para poder concorrer em uma das grandes categorias. É por isso que jogos como Watch Dogs e Star Wars 1313 não estão por aqui.
A seguir, a lista completa de indicados, com imagens ilustrativas que não representam, necessariamente, os nossos escolhidos. Só não sabemos por que ainda não existe o prêmio de “Melhor Jogo com Arco e Flecha”. Os vencedores serão anunciados em 26 de junho.

Melhor do Show

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Assassin’s Creed III (Ubisoft Montreal/Ubisoft – PC, PS3, Xbox 360)
- Dishonored (Arkane Studios/Bethesda Softworks – PC, PS3, Xbox 360) 
- Halo 4 (343 Industries/Microsoft Studios – Xbox 360)
- The Last of Us (Naughty Dog/SCEA – PlayStation 3)
- Tomb Raider (Crystal Dynamics/Square Enix – PC, PS3, Xbox 360)

Melhor Jogo Original

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Beyond: Two Souls (Quantic Dream/SCEE – PlayStation 3)
- Dishonored (Arkane Studios/Bethesda Softworks – PC, PS3, Xbox 360) 
- Quantum Connundrum (Airtight Game/Square Enix – PC, PS3, Xbox 360)
- The Last of Us (Naughty Dog/SCEA – PlayStation 3)
- Unfinished Swan (Giant Sparrow/SCEA – PlayStation 3)

Melhor Jogo de Console

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Assassin’s Creed III (Ubisoft Montreal/Ubisoft – PS3, Xbox 360)
- Dishonored (Arkane Studios/Bethesda Softworks – PS3, Xbox 360) 
- Halo 4 (343 Industries/Microsoft Studios – Xbox 360)
- The Last of Us (Naughty Dog/SCEA – PlayStation 3)
- Tomb Raider (Crystal Dynamics/Square-Enix – PS3, Xbox 360)

Melhor Jogo Portátil

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Assassin’s Creed III Liberation (Ubisoft Sofia/Ubisoft – PSVita)
- Epic Mickey: Power of Illusion (Dreamrift/Disney Interactive Studios – 3DS) 
- Infinity Blade Dungeons (Epic Games/Epic Games – iOS)
- Luigi’s Mansion: Dark Moon (Next Level Games/Nintendo – 3DS)
- New Super Mario Bros. 2 (Nintendo EAD/Nintendo – 3DS)
- Sound Shapes (Queasy Games/SCEA – PSVita)

Melhor Jogo de PC

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Company of Heroes 2 (Relic/THQ – PC)
- Hawken (Adhesive Games/Meteor Entertainment – PC) 
- PlanetSide 2 (Sony Online Entertainment/Sony Online Entertainment – PC)
- SimCity (Maxis/EA – PC)
- X-Com: Enemy Unknown (Firaxis Games/2K Games – PC)

Melhor Hardware/Periférico

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Astro A50 Wireless Gaming Headset (Astro)
- Rift VR Headset (Palmer Lucky/John Carmack/id Software) 
- Wii U (Nintendo)
- Wonderbook (Sony Computer Entertainment Europe)
- Skylanders: Giants Figures (Toys for Bob/Activision)

Melhor Jogo de Ação

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- Borderlands 2 (Gearbox/2K Games – PC, PS3, Xbox 360)
- Call of Duty: Black Ops II (Treyarch/Activision – PC, PS3, Xbox 360) 
- Crysis 3 (Crytek/EA for PC, PS3, Xbox 360)
- Halo 4 (343 Industries/Microsoft Studios – Xbox 360)
- Metal Gear Rising: Revengence (Platinum Games/Kojima Pro/Konami – PS3, Xbox 360)

Melhor Jogo de Ação/Aventura

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Assassin’s Creed III (Ubisoft Montreal/Ubisoft – PC, PS3, Wii U, Xbox 360)
- Beyond: Two Souls (Quantic Dream/SCEE – PlayStation 3) 
- Dishonored (Arkane Studios/Bethesda Softworks – PC, PS3, Xbox 360)
- The Last of Us (Naughty Dog/SCEA – PlayStation 3)
- Tomb Raider (Crystal Dynamics/Square Enix – PC, PS3, Xbox 360)

Melhor RPG

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- Kingdom Hearts: Dream Drop Distance (Square Enix/Square Enix – 3DS)
- Ni No Kuni (Level-5/Namco Bandai – PlayStation 3) 
- Persona 4 Golden (Atlus/Atlus – PSVita)
- The Elder Scrolls V: Skyrim – Dawnguard (BGS/Bethesda – PC, PS3, Xbox 360)
- South Park: The Stick of Truth (Obsidian Entertainment/THQ – PC, PS3, Xbox 360)

Melhor Jogo de Luta

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Dead or Alive 5 (Team Ninja/Tecmo Koei – PS3, Xbox 360)
- Injustice: Gods Among Us (NetherRealm Studios/WBIE – PS3, Xbox 360, Wii U)
- Persona 4 Arena (Arc System Works/Atlus – PS3, Xbox 360)
- PlayStation All-Stars: Battle Royale (SuperBot/SCEA – PlayStation 3, PSVita)
- Tekken Tag Tournament 2 (Namco Bandai Games/Namco Bandai Games – PS3, Xbox 360)

Melhor Jogo de Corrida

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- F1 2012 (Codemasters/Codemasters – PC, PS3, Xbox 360)
- Forza Horizon (Playground Games/Turn 10 Studios/Microsoft Studios – Xbox 360)
- LittleBigPlanet Karting (United Front Games/Media Molecule/SCEA – PS3)
- Need for Speed Most Wanted (Criterion Games/EA – PC, PS3, Xbox 360)
- Sonic & All Stars Racing Transformed (Sumo/Sega – PC, PS3, Xbox 360, PS Vita, 3DS)

Melhor Jogo de Esporte

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- FIFA Soccer 13 (EA Canada/EA Sports – PC, PS3, Xbox 360)
- Madden NFL 13 (EA Tiburon/EA Sports – PS3, Xbox 360)
- NBA 2K13 (Visual Concepts/2K Sports – PS3, Xbox 360)
- NHL 13 (EA Canada/EA Sports – PC, PS3, Xbox 360)
- Pro Evolution Soccer 2013 (PES Productions/Konami – PC, PS3, Wii, Xbox 360, 3DS)

Melhor Jogo de Estratégia 

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Company of Heroes 2 (Relic/THQ – PC)
- End of Nations (Petroglyph Games/Trion Worlds – PC)
- SimCity (Maxis/EA – PC)
- Pikmin 3 (Nintendo EAD/Nintendo – Wii U)
- XCOM: Enemy Unknown (Firaxis Games/2K Games – PC, PS3, Xbox 360)

Melhor Jogo Social/Casual

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Dance Central 3 (Harmonix/Microsoft Studios – Xbox 360)
- Game & Wario (working title) (Intelligent Systems/Nintendo – Wii U)
- Lego Batman 2: DC Super Heroes (TT/WBIE – PC, PS3, PSVita, X360, Wii, 3DS)
- Nintendoland (Nintendo/Nintendo – Wii U)
- Rock Band Blitz (Harmonix – PlayStation 3, Xbox 360)

Melhor Jogo de Simulação de Movimentos

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- Dance Central 3 (Harmonix/Microsoft Studios – Xbox 360)
- Fable: The Journey (Lionhead/Microsoft Studios – Xbox 360)
- Game & Wario (working title) (Intelligent Systems/Nintendo – Wii U)
- Just Dance 4 (Ubisoft/Ubisoft for PS3, Xbox 360, Wii, – Wii U)
- Wii Fit U (Nintendo/Nintendo – Wii U)
- Wonderbook: Books of Spells (London Studio/SCEE – PlayStation 3)

Melhor Multiplayer Online

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Borderlands 2 (Gearbox/2K Games – PC, PS3, Xbox 360)
- Call of Duty: Black Ops II (Treyarch/Activision – PC, PS3, Xbox 360)
- Halo 4 (343 Industries/Microsoft Studios – Xbox 360)
- Need for Speed Most Wanted (Criterion/EA – PC, PS3, PSVita, Xbox 360)
- PlanetSide 2 (Sony Online Entertainment/Sony Online Entertainment – PC)

Melhor Jogo de Download

Chegou a hora de escolher os melhores jogos da E3 2012 - 1 (© Divulgação)

- Hell Yeah! Wrath of the Dead Rabbit (Arkedo Studio/Sega – PC, PS3, Xbox 360)
- Quantum Conundrum (Airtight Games/Square Enix – PC, PS3, Xbox 360)
- Retro City Rampage (VBlank Entertainment – PC, PS3, PSVita, Xbox 360, Wii)
- The Cave (Double Fine/Sega – PC, PS3, Xbox 360)
- Unfinished Swan (Giant Sparrow/SCEA – PlayStation 3)

















Dreamworks confirma filme baseado em Need for Speed

Need for Speed.

Há alguns meses a EA começou a mostrar interesse em fazer um filme de Need for Speed. Agora parece que o negócio vai acontecer de verdade.
Em nota oficial, o estúdio Dreamworks revelou que comprou os direitos para trabalhar com a franquia de corridas da Electronic Arts. Eis o que eles dizem:
"Os irmãos George e John Gatins desenvolveram uma história original, com George sendo resposável pelo roteiro. O roteiro é baseado na série Need for Speed, mas não baseado em um jogo individual. A EA vai produzir junto com John Gatins e Mark Sourian. Scott Waugh (Ato de Valor) está envolvido com a direção e o projeto está correndo na Dreamworks, com o início da produção previsto para o começo do ano que vem e o lançamento, para 2014."
John Gatins foi o roteirista de Gigantes de Aço.
Se eles ainda estiverem procurando por um título, eu sugiro 2 Need 4 Speed.