sexta-feira, 5 de abril de 2013

Novos carros de Forza Horizon: sensualidade nas ruas do Colorado

Novos carros de Forza Horizon: sensualidade nas ruas do Colorado - 1 (© Forza Horizon)

Mais um mês se passa, e isso significa que temos mais um pacote de carros para Forza Horizon. O jogo continua seguindo o padrão de parcerias para criar os pacotes. Desta vez, a responsável foi a revista do programa automobilístico mais famoso do mundo. A Top Gear criou o April Top Gear Car Pack.
Esse pacote é parecido com o criado para o Forza 4, mas adiciona algumas belas curvas à equação. Além disso, ele tem um carro gratuito - um BMW M3-GTR, para ser exato. O April Top Gear Car Pack custa 400 Microsoft Points e chega hoje. Veja os carros que estão nessa expansão.

Novos carros de Forza Horizon: sensualidade nas ruas do Colorado - 1 (© Forza Horizon)

Aston Martin Vanquish 2012
É um forte candidato para próximo carro do James Bond. O atual topo de linha da marca desenvolve 573 cavalos originados em 12 cilindros. Além disso, o Vanquish é um dos carros mais bonitos que existem. Será o modelo ideal para aqueles passeios pelas estradas do Colorado.

Novos carros de Forza Horizon: sensualidade nas ruas do Colorado - 1 (© Forza Horizon)

Bowler EXR S 2012
Mais um britânico na lista, mas agora para rodar na terra. O carro surgiu em uma parceria entre a Land Rover e a Bowler, uma empresa que constrói carros de rally. O motor é um 5.0 com indução mecânica gerando 557 cavalos. Isso deve ser suficiente para explorar as estradas de terra escondidas pela região do festival.

Novos carros de Forza Horizon: sensualidade nas ruas do Colorado - 1 (© Forza Horizon)

Alfa Romeo TZ3 Stradale Zagato 2011
Criado pelo centro de design italiano Zagato, é um monstro com mais de 600 cavalos. As belas curvas de clássicos da Alfa Romeo receberam o enorme motor 8.4 e 10 cilindros do Dodge Viper. É um dos carros mais sensuais que já existiram e será perfeito para exibir para seus amigos em Forza Horizon. 

Novos carros de Forza Horizon: sensualidade nas ruas do Colorado - 1 (© Forza Horizon)

Ford Transit SuperSportVan 2011
O pessoal da Ford modificou uma van de entregas para fazer o que, em teoria, era impossível: transformar uma caixa em um carro de corrida. A Transit SuperSportVan perdeu peso e ganhou o motor da sua irmã maior. Ela não é muito potente, nem muito rápida, mas é engraçado juntar várias pessoas com a mesma van e ver quem faz as entregas mais rapidamente.

Novos carros de Forza Horizon: sensualidade nas ruas do Colorado - 1 (© Forza Horizon)

Mercedes-Benz AMG Mercedes CLK GTR 1998
Ele surgiu como carro de homologação da versão de pista com o mesmo nome. O supercarro tem saudáveis 612 cavalos que rugem alto como no irmão esportista. Provavelmente o único lugar em que você vai poder dirigi-lo é no Forza Horizon ou em outros jogos, afinal apenas 35 unidades foram produzidas - e elas custavam mais de US$ 1,5 milhões na época.

Novos carros de Forza Horizon: sensualidade nas ruas do Colorado - 1 (© Forza Horizon)

BMW M3-GTR 2002
Como presente para os jogadores, temos este BMW. O unicórnio nunca chegou a ser vendido e foi visto por poucas pessoas no mundo. Ele é basicamente um BMW M3 comum, só que com um motor V8 criado para ser competitivo nas pistas. É grátis para todos os jogadores.






As melhores pegadinhas dos games em mais um Dia da Mentira

As melhores pegadinhas dos games em mais um Dia da Mentira - 1 (© Pegadinhas)

Mais um ano, mais um dia dos bobos cheio de pegadinhas para tentar nos enganar. Todo mundo sabe que a indústria de jogos adora dar aquela sacaneada esperta de primeiro de abril, e 2013 também teve as suas boas (ou nem tanto) mentirinhas.
Você pensou bem antes de compartilhar qualquer coisa no Facebook hoje? Conferiu as fontes, desconfiou de tudo? Ou esqueceu que hoje era Dia da Mentira e saiu comemorando a chegada de um Crusader Kings com zumbis?
Hoje é o dia em que todo aquele treino da indústria de jogos em photoshopar telinhas e prometer que a versão de PC não vai atrasar é usada de maneira mais explícita. E apesar da seleção desse ano não estar tão boa quanto o esperado, ainda temos alguns engana-trouxas bacanas para comentar.

Football Manager 1888 

As melhores pegadinhas dos games em mais um Dia da Mentira - 1 (© Pegadinhas)

Se Football Manager já parece um universo místico e incompreensível em sua versão 2013, imagine como ele seria se existissem videogames em 1988 – ano em que o primeiro campeonato oficial do esporte foi realizando na Inglaterra. Football Manager 1888, a “nova” e imaginária versão do simulador de técnico de futebol, vai te levar para um período mágico em que não eram permitidas substituições e os cartões vermelhos e amarelos não existiam. Um verdadeiro futebol vitoriano, por assim dizer.

Apple iPlay

As melhores pegadinhas dos games em mais um Dia da Mentira - 1 (© Pegadinhas)

A Apple já tem o console portátil mais popular do mundo, quer você queira aceitar o iPhone como uma máquina para jogos ou não. Ela não precisa fazer um console, e nós não precisamos de um console da Apple.
Mas tenho certeza que se essa profecia da IGN se concretizasse e a empresa da maçã realmente inventasse de entrar diretamente no mercado de games, ninguém reclamaria e poucos deixariam de comprar. Mesmo que esse tal iPlay só rode Angry Birds e exija um iPad mini para servir de controle.

Crusader Kings Z

As melhores pegadinhas dos games em mais um Dia da Mentira - 1 (© Pegadinhas)

Sabe um gênero que ainda não sucumbiu à infestação zumbi que já contaminou desde shooters até adventures? O gênero de estratégia. Mas não precisa se preocupar, porque a Paradox vai resolver esse problema com Crusader Kings Z, uma versão zumbificada de sua franquia de estratégia medieval.
O mais legal dessa versão fantasiosa de Crusader Kings é que podemos jogar tanto como um rei humano caçador de mortos-vivos quanto com um lorde zumbi, infestando países inteiros e espalhando a praga pelos quatro cantos do mundo. Está aí uma pegadinha de primeiro de abril que até ficaria legal se virasse realidade.

A volta do Warhound em StarCraft II

As melhores pegadinhas dos games em mais um Dia da Mentira - 1 (© Pegadinhas)

A Blizzard, conhecida por fazer algumas das pegadinhas de primeiro de abril mais espetaculares de todos os tempos, resolveu fazer uma brincadeira mais light e menos elaborada. No blog oficial de StarCraft II, eles prometeram trazer de volta o Warhound, uma das unidades terranas cortadas durante os testes beta de Heart of the Swarm. E ela não só vai voltar, como vai integrar o exército de todas as três raças existentes no jogo. Já imaginou um Warhound Zerg?
Como é do feitio da Blizz, a brincadeira tem um tom de provocação. Muitos jogadores não gostaram desse corte durante o beta do jogo, e muitos outros reclamam até hoje que isso destruiu o balanceamento de Heart of the Swarm. Isso provavelmente não vai parar os gritos de revolta dos jogadores, mas deve servir como uma pequena vingança por todo esse choro para os desenvolvedores.

Guild Wars 2 em 16 bits

As melhores pegadinhas dos games em mais um Dia da Mentira - 1 (© Pegadinhas)

E o troféu de melhor ideia de primeiro de abril vai para Guild Wars 2 com essa homenagem à era 8 bits. Ela se chama Super Adventure Box e acabou sendo uma ideia tão boa que vai virar realidade em formato de uma missão especial no MMORPG, composta de 3 fases totalmente coloridas, fofinhas e fora de contexto. É sério!
Não é uma graça? As quests do Super Adventure Box – que incluem chefões, novos inimigos e até mesmo puzzles de pulo – estarão disponíveis em algum momento de abril. É sério, galera, já falei.



World Championship Series é o campeonato mundial unificado de StarCraft II

StarCraft

A Blizzard anunciou a criação de um campeonato mundial unificado de StarCraft II. É o World Championship Series, ou apenas WCS para os mais chegados.
O campeonato é dividido em três ligas, a coreana, a americana e a europeia, que serão decididas em nove finais (três para cada temporada de cada liga) em vários cantos do mundo. O grande vencedor mundial será coroado durante a BlizzCon, que rola na Califórnia, EUA, em novembro. 
O World Championship Series é uma parceria da Blizzard com várias associações que promovem o eSport no mundo, como a Korea eSports Association (KeSPA), a Ongamenet, a GomTV, a Major League Gaming, a Turtle Entertainment e a Twitch TV. O objetivo é unificar os campeonatos globais de StarCraft II para facilitar a vida dos fãs do jogo de estratégia sci-fi que querem acompanhar as competições emocionantes e acirradas da categoria. 
O WCS começou na Coreia do Sul e será transmitida pela Twitch, como manda a tradição. Para saber mais datas da competição mundial, visite o site do World Championship Series.

Quebrar a barreira entre single e multiplayer pode ser uma boa ideia

Destiny

No futuro, pode ser que não existam mais jogos single player, mas isso não significa o que imaginamos que significa toda vez que alguma grande produtora sai falando que esse estilo de jogo morreu. Campanhas épicas e conduzidas pela história não vão deixar de existir; é só que novas formas de multiplayer estão evoluindo em conjunto com essas experiências, em vez de irem contra elas.
Os desenvolvedores estão explorando essa nova fronteira dos games, e é uma das coisas mais empolgantes na indústria hoje em dia.
Na conferência realizada pela Bungie em Seattle, nos EUA, para falar de Destiny, os criadores de Halo deram a entender que redefiniram o conceito de “menu principal”. O que eu entendi é que, no futuro, não vamos ter que escolher entre “single player” e “multiplayer” quando formos começar um jogo. Vai ser tudo a mesma coisa, e nada precisará ser sacrificado para que isso funcione. Os games vão se tornar mais imersivos à medida que o tempo passar e esse princípio for sendo adotado mais amplamente.
Dead Space 3 é um ótimo exemplo disso. A série já faz um trabalho decente em integrar a maioria dos menus dentro da experiência de jogo: abrir o inventário projeta um holograma na frente do rosto do personagem e não pausa o jogo, a barra de vida é ilustrada por luzes na armadura…
Mas Dead Space 3 foi muito mais além ao integrar o multiplayer diretamente na experiência da campanha. Ele eliminou os deathmatches competitivos de Dead Space 2 (já ficou claro para a maioria dos envolvidos que enfiar multiplayer competitivo em jogos que não precisam disso não agrada a ninguém). Em vez disso, o segundo jogador pode entrar na partida de um amigo em qualquer checkpoint da campanha. A história se adapta, o jogo se desdobra, e de repente você não está sozinho. É bem impressionante.

Dead Space 3

Por que se dar ao trabalho de criar uma campanha totalmente separada só para o co-op, como a Ubisoft fez com Far Cry 3? A história principal realmente teria sofrido tanto se os amigos de Jason pudessem pegar um lança-chamas de vez em quando e dar uma ajudinha para queimar as plantações de maconha? Em vez disso, um grande esforço foi feito para a criação de uma história secundária com pouco valor em si própria. O único valor era, na verdade, a experiência cooperativa.
Os jogos da série Halo tiveram grande mérito em abrir o caminho para o co-op em consoles caseiros, e agora a Bungie está tentando levar a coisa adiante. Você vai poder jogar sozinho em Destiny se quiser – eles foram claros nisso. Mas talvez você vá sair no prejuízo, porque jogar com outros humanos parece que vai ser legal de verdade. E de acordo com a visão que a Bungie compartilhou até agora, isso vai acontecer sem esforço algum, com o matchmaking rolando no fundo e outros jogadores entrando e saindo do seu mundo organizadamente. O objetivo é tornar todo o processo invisível. É a mesma coisa que a thatgamecompany fez com Journey, em que outros jogadores aparecem naturalmente no seu jogo – e você nos deles – só que em uma escala maior. 
Na apresentação de Destiny, o cofundador da Bungie Jason Jones perguntou: “Como pegamos esse gênero que amamos tanto – o tiro em primeira pessoa – e o viramos de ponta cabeça?”. Mas eles não estão só inovando no aspecto de shooter. Acho que estão contribuindo para uma tendência maior que vai tomar o meio inteiro, eventualmente.
O importante é o elemento humano. Isso é grande parte do que torna Dark Souls e Demon’s Souls tão bons. Eu investi umas 50 horas em Skyrim e fiquei entediado, mas passei centenas de horas nos Souls, que são, tecnicamente, bem menores. Eu passei pelos mesmos cenários milhares de vezes. Eu sei de cor onde fica cada inimigo e tesouro. Ainda assim eu quero mais, porque os jogadores humanos que invadem meu mundo ou me invocam para os deles tornam a experiência única a cada momento. É isso o que vai deixar os jogos mais empolgantes no futuro: não são os gráficos ou controles estranhos, mas o elemento humano, que é insubstituível. É a melhor parte dos MMOs, mas aplicada a todos os outros jogos.

Journey

E isso está acontecendo em toda parte. DayZ, o mod de sobrevivência contra zumbis de Arma 2, explodiu em popularidade e inspirou narrativas inovadoras e imprevisíveis sobre experiências entre jogadores que nunca poderiam ter sido feitas por uma inteligência artificial, não importa o quão boas elas sejam. E apesar de eu não ter certeza, parece que a Crytek está cortejando os mesmos princípios com o seu novo shooter gratuito Warface (que faz bastante sucesso na Rússia), que será integrado a uma nova plataforma social chamada GFACE. Em entrevista ao site VentureBeat, o CEO Cevat Yerli disse que “o único lugar onde você está sozinho [no GFACE] é na tela de login. Assim que você entra, está em um ecossistema em tempo real”.
Yerli chamou Warface de “o primeiro FPS social do mundo”, o que para mim soa como um eco do termo inventado pela Bungie para Destiny: “shooter de mundo compartilhado”.
Parte do que estou dizendo aqui é hipotético. Destiny pode ser um jogo horrível, e Warface pode ser só mais sacanagem freemium. Mas isso não diminui minha empolgação com a ideia de que multiplayer persistente e “invisível” seja a regra daqui em diante.
Poder jogar junto sem ter que atirar na cara de ninguém, ou procurar parceiros de co-op, vai mudar muita coisa. É uma fronteira nova, que depende de a tecnologia acompanhar a visão ambiciosa da indústria. Mas a recompensa quando nossas experiências de jogo quebram a barreira entre nossas telas, casas, países e mundos, sem que nós percebamos o quão incrível isso realmente é, fazem valer todo o aborrecimento que foi necessário para chegarmos lá.


Um lançamento cheio de problemas para o novo SimCity

SimCity

O novo SimCity chegou na madrugada desta terça-feira (5), e você já pode se preparar para construir suas belas cidades virtuais – para depois destruí-las com uma chuva de meteoros ou um ataque alienígena. Mas pior do que qualquer catástrofe natural dentro do jogo, estão sendo os problemas no lançamento do novo simulador de cidades.
Após a liberação para download de SimCity, começaram a chover reclamações de todos os lados. Algumas pessoas não conseguiam baixar o jogo por conta dos servidores congestionados, ou simplesmente não recebem a liberação do Origin para baixá-lo. Outros alegavam que havia uma fila de 30 minutos para conseguir acesso aos servidores do jogo e começar a montar sua cidade, mesmo se você estivesse tentando montar uma partida privada fora do multiplayer – uma das maldições da obrigatoriedade de se jogar online.
Para piorar a situação, a EA não permitiu o pre-loading do jogo, aquela tática que permite ao jogador baixar o jogo antes do lançamento para evitar congestionamento nos servidores. Todos os jogos no Steam podem ser baixados antes do lançamento, e mesmo lançamentos no Origin, como Dead Space 3, já usaram essa tática. Por que não com SimCity? Ele não era um dos jogos mais aguardados do ano?
No lançamento de Diablo III, outro jogo amaldiçoado pelo online obrigatório, também tivemos muitos problemas e inúmeras reclamações. Isso marcou o jogo, e até hoje a Blizzard é criticada pela decisão de não nos permitir jogar offline. Será que vai acontecer a mesma coisa com o novo SimCity? Você aí, já está curtindo sua cidade ou também está esperando na fila para começar sua carreira de prefeito?

Activision picota a equipe do jogo do Deadpool

Deadpool

A maioria das pessoas da equipe responsável pelo game do Deadpool na produtora High Moon Studios foi dispensada nesta terça-feira (2) pela Activision. Segundo a publisher, cerca de 40 funcionários foram impactados pela decisão.
“A Activision Publishing trabalha consistentemente para alinhar seus gastos com sua receita – é um processo constante. Com a completude do desenvolvimento de Deadpool, estamos executando uma redução de pessoal na High Moon Studios para melhor alinhar nossos talentos de desenvolvimento contra o nosso faturamento. Aproximadamente 40 funcionários de tempo integral serão impactados globalmente. Estamos oferecendo serviços de recolocação a esses funcionários”, diz a publisher.
Pelo menos o jogo do Deadpool ficou pronto. Mas essa situação da High Moon é um exemplo perfeito do que há de mais errado hoje na indústria: dedicar boa parte do seu tempo e esforço para concluir um projeto da melhor maneira possível e nem poder contar com um emprego fixo quando ele acabar. Que belo agradecimento é o olho da rua.
A produtora também é responsável pelos jogos recentes baseados na série Transformers, mas essa equipe parece não ter sido afetada pelos cortes.

Capinha oficial de Grand Theft Auto V é divulgada

GTA V

A Rockstar acaba de liberar a arte oficial para a capinha de Grand Theft Auto V. Como era de se esperar, ela está uma belezinha.
A nova capa segue aquele mesmo estilão já conhecido da série, com bloquinhos representando os personagens e alguns elementos-chave do jogo. As artes que compõem a caixinha já haviam sido liberadas antes, mas é sempre bacana ver como fica a harmonia da composição final.
Você pade baixar uma versão em alta definição da capinha no site da Rockstar. GTA V será lançado para Xbox 360 e PlayStation 3 em 17 de setembro. Uma possível versão para PC ainda não foi confirmada.