terça-feira, 22 de outubro de 2013

Vídeo mostra a fantástica história dos jogos da franquia Pokémon


Foi disponibilizado no canal oficial da Nintendo no YouTube, um vídeo que traz uma fantástica viagem através do tempo sobre os jogos da série Pokémon.

Aqui, o apresentador comenta sobre como tudo começou no Game Boy com Pokémon Blue e Red, até os atuais X e Y do Nintendo 3DS.Confira o vídeo:


Nintendo não venderá mais o console Wii no Japão


A Nintendo não irá mais vender e nem fabricar o console Wii no Japão. No site oficial da Nintendo Japão, o console que foi lançado no final de 2006, aparece como "descontinuado". Os japoneses que quiserem comprar o Wii terão que adquirir peças que ainda estão nos estoques das lojas ou obter aparelhos usados.

O encerramento da comercialização do Wii não acontecerá em outros países, segundo a Nintendo. A versão do Wii sem retrocompatibilidade e o Wii Mini continuam sendo vendidos fora do Japão.

O Wii foi um sucesso, vendendo mais de 100 milhões de unidades e também mais de 870 milhões de jogos no todo o mundo. O sucessor do Wii, o Nintendo Wii U, foi lançado em 2012 nos Estados Unidos e ainda deve chegar ao Brasil nos próximos meses.

Microsoft pode criar multiplayer entre plataformas

Divulgação

Uma das coisas mais tristes da geração que está acabando foi a Microsoft ter desistido de integrar o Xbox 360 com o PC em termos de multiplayer entre plataformas. Veio Halo 2, veio Shadowrun, e nunca mais. Será que ainda há esperança?
Claro, há exemplos mais recentes como Skulls of the Shogun, mas juntar computadores e consoles assim ainda é raridade. Apesar disso talvez nem tudo esteja perdido, pelo que disse Phil Spencer, da Microsoft, ao site AusGamers.
Quando perguntaram sobre a possibilidade de jogadores de Xbox One e PC poderem se enfrentar no mesmo game, ele disse: “Eu não posso vazar coisas, mas acho que o que você está falando faz muito sentido”.
Spencer completa: “Um ecossistema conectado que se estende por todos os dispositivos é definitivamente onde eu acho que o futuro dos games está indo; você não precisa fazê-lo como desenvolvedor, mas você tem a capacidade, e acho que um sistema como a Xbox Live, que está em todas as telas e que mostra quem as pessoas são, quais são seus amigos, que Conquistas têm e como estão progredindo é realmente crucial”.

O diretor de Dragon’s Dogma quer continuar a série

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Você gostou de Dragon’s Dogma? O diretor do jogo, Hideaki Itsuno, também pareceu gostar. Ele quer fazer uma continuação – dentre várias outras coisas.
Em entrevista ao blog oficial da família PlayStation no Japão, Itsuno deu algumas palavras em comemoração ao seu RPG ter ganhado um dos “PlayStation Awards”, premiação que coroa games lançados para PS3, PSP e Vita. Quando perguntado sobre uma possível sequência do jogo, ele disse:
"Na minha cabeça eu já tenho a história e a ambientação, mas está difícil deixarem eu fazer [o jogo]. Talvez se muita gente pedir pelo jogo, algo do tipo ‘lancem para PlayStation 4!’, pode ser que possibilidade de isso acontecer aumente."
Além disso, Itsuno disse que sente vontade de fazer coisas como um “Rival Schools 3“, um “Devil May Cry 5“, jogos de mundo aberto e também um jogo de luta que seja, nas palavras dele, tão revolucionário quanto Street Fighter II.
Considerando que ele dirigiu Dragon’s Dogma, os dois Capcom Vs. SNK, três Devil May Cry e Resident Evil: Outbreak, entre outros, eu diria que ele tem moral para encarar qualquer um desses projetos. Atualmente Itsuno está trabalhando em Dragon’s Dogma Quest, um card game para o Vita.

A geração de consoles que não acabou

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Com o lançamento do PS4 marcado para o dia 15 de novembro nos Estados Unidos, a próxima geração já está com data marcada para começar – mesmo que o Wii U já esteja aí há quase um ano. Mas isso quer dizer que o PlayStation 3, o Xbox 360 e o Wii já possam ser deixados de lado? Não, muito pelo contrário – e nós estamos aqui para provar isso. 
Veja aqui alguns dos jogos imperdíveis que marcaram esta geração.
Demon’s Souls
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Com um Dark Souls lançado e outro vindo aí no começo do ano que vem, fica fácil esquecer ou dar menos importância ao jogo que provou ao mundo de que ver seu personagem morrer, morrer e morrer de novo faria parte de uma das experiências mais ricas dos últimos anos. Mas mesmo quatro anos depois do seu lançamento, Demon’s Souls continua imperdível como sempre foi. 
Pode se dizer que Dark é uma versão mais refinada de Demon’s, mas isso não tira em nada o brilho do original: o mundo fragmentado de Boletaria tem cenários mais bonitos e complexos e perigosos do que os de Lordran, e os chefes também costumam ser mais impactantes: o Tower Knight, os Maneaters e Astraea são bons exemplos. Ele é tecnicamente mais “cru” do que o seu sucessor, mas não deve nada para ele em termos de qualidade. E o melhor: a comunidade on-line continua bastante ativa.

Heavy Rain
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Hoje em dia, as pessoas podem até tirar sarro do “cineasta frustrado” que David Cage, da Quantic Dream, é. Mas quando Heavy Rain foi lançado, tenho certeza que muitos cérebros explodiram por aí. O jogo-filme/drama-interativo foi aclamado em 2010 por dar ao jogador muitas escolhas nos diálogos e opções nos momentos de ação. Suas decisões nesses momentos tensos acabam por mudar drasticamente o desenrolar da história, ocasionando na morte de alguns personagens e gerando múltiplos finais.
Por mais que os controles não sejam lá essas coisas – e você seja quase sempre um espectador, o jogo ainda hoje é visualmente impactante e inovador. Vale também a menção honrosa ao ótimo e recém-lançado Beyond: Two Souls, que usa basicamente a mesma fórmula de Heavy Rain, mas é ainda mais cinematográfico e conta com duas estrelas das telonas: Ellen Page e Willem Dafoe.

Journey
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Flow é legal, Flower é lindo, mas Journey… bem, Journey é de chorar no cantinho da parede. O terceiro game feito pela Thatgamecompany chegou em 2012 ao PS3 nos mostrando como é possível fazer um indie que esteja no mesmo nível dos grandes em basicamente todos os aspectos, já que estamos falando de um jogo impressionante nos visuais e em sua história, e com uma trilha sonora inesquecível.
Essa muda jornada do personagem mudo é maravilhosa no começo e surpreendente no final, e cada cenário parece ser mais bonito que o anterior, tornando Journey uma experiência e tanto. Além do mais, encontrar outros encapuzados online (e ter a opção de ajudá-los ou não, sem nunca interagir de verdade), só colaboram para o belo subtexto que percorre as veias do jogo.

The Last of Us
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Pra mim, poucos jogos dessa geração conseguiram passar tão bem um grupo de sentimentos fortes como The Last of Us. Mesmo que, no caso, estejamos falando de solidão, tristeza e desesperança. A Naughty Dog, que já tinha entregado uma trilogia grandiosa ao PlayStation 3, lançou, quase no apagar das luzes, algo muito mais relevante, tecnicamente superior e infinitamente melhor e mais poderoso do que os três Uncharteds juntos.
A tocante e brutal história de Joel e Ellie, que atravessam um país repleto de infectados perigosos e humanos igualmente horríveis, é tão cheia de fatos desagradáveis sobre nós mesmos que tudo se torna realista ao extremo, ainda que estejamos falando apenas de um game. Sem contar que eu ainda sinto calafrios só de lembrar do som dos tenebrosos clickers.

LittleBigPlanet 2
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LittleBigPlanet 2 corrigiu os pequenos problemas de seu antecessor e amplificou todas as coisas boas já existentes. O resultado é um dos jogos de plataforma mais divertidos (e com um co-op de primeira) do PS3.
Mas esse nem o grande lance. A magia por trás de LBP 2, pelo menos pra mim, mora na liberdade que o jogo dá aos gamers em criar fases (e todo o tipo de loucura jogável) sensacionais e compartilhá-las online, o que acaba fazendo você passar muito mais tempo experimentando as ideias de reles mortais como eu e você do que se preocupando com a campanha principal feita pelos desenvolvedores.

Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots
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Não é exagero dizer que muita gente comprou um PlayStation 3 só para jogar o fim da saga de Solid Snake, iniciada no primeiro console da Sony. O lançamento de Metal Gear Solid 4 foi um evento – o clímax de uma história que vinha sendo acompanhada por milhões de pessoas, há anos, e a solidificação da posição de Hideo Kojima como um dos maiores profissionais da indústria.
E não a toa: o MGS de PS3 foi um jogo grandioso em todos os aspectos: reviravolta em cima de reviravolta na trama, animações com a duração de um episódio de seriado de TV, instalações dantescas na HD do console, personagens novos e velhos saindo por todos os poros e algumas sequências que entraram para a história. Sem dar spoilers, menciono só um certo corredor aí. Se você jogou qualquer outro Metal Gear e gostou, você deve a si mesmo ver a história até o fim.

Ni no Kuni: Wrath of the White Witch
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É triste não ouvir Ni no Kuni na roda quando se fala dos melhores exclusivos do PlayStation 3 nas conversas por aí. Porque este charmoso RPG com óbvios elementos da série Pokémon, apesar de muito simples, é certamente um dos mais brilhantes dessa geração.
Sem enrolação, vamos aos fatos: sua arte é de cair o queixo, e não por acaso – ela foi feita pelo Studio Ghibli (Meu Vizinho Totoro, Castelo Animado, A Viagem de Chihiro, etc); por sua vez, a trilha orquestrada de Joe Hisaishi, responsável pela música de vários dos filmes do estúdio japonês, é grandiosa e emocionante. Isso tudo, somado ao fato de Ni no Kuni ser extremamente divertido e viciante, fazem dele um daqueles jogos que não devem ser ignorados antes de todos nós botarmos as mãos em um PS4 ou Xbox One.

Siren: Blood Curse
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Siren foi uma das poucas grandes séries de terror que nasceu nas últimas gerações e, apesar de ter sido deixada de lado pelo seu criador, o japonês Keiichiro Toyama, deixou para nós um legado de sustos que culminou no PlayStation 3.
Blood Curse é um remake que não só deixou o primeiro jogo da série muito mais bonito, mas também experimentou com várias outras coisas. Primeiro, foi lançado em formato episódico em uma linguagem parecida com a de um seriado de TV – o que se encaixou muito bem na história. Depois, mexeu bastante no roteiro original (o que acabou desagradando algumas pessoas). Ainda assim, visitar a vila de Hanuda é o tipo de coisa que ainda enche você de calafrios e te faz virar o rosto frente a cenas grotescas como poucos jogos têm. Mas não vire.

Uncharted 2: Among Thieves
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A série de tiro desenvolvida pela Naughty Dog é tida como uma das mais importantes das que nasceram no PlayStation 3, e não sem mérito: ele juntou uma mecânica de tiro simples e divertida com um visual top de linha e aquela velha e boa linguagem cinematográfica. E apesar de Drake’s Deception ser o jogo mais novo, Among Thieves foi onde a fórmula alcançou o seu auge.
Isso porque o segundo Uncharted alcançou o ponto de equilíbrio na mescla das duas coisas: é mais refinado que o primeiro e menos limitado que o terceiro. Além de ter uma história que não tenta se levar terrivelmente a sério, começa empolgante e tem momentos bacanas até o fim. Todos os capítulos da série protagonizada por Nathan Drake são bastante divertidos, mas só o segundo é capaz de tirar o seu fôlego de verdade.

Yakuza 4
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Talvez o jogo menos popularmente conhecido (ou aclamado) da nossa lista. Aqui falamos de Yakuza 4, aquele lançado em 2011 no Ocidente, mas poderíamos estender facilmente essa recomendação a todos os outros jogos da série – ainda que os dois primeiros episódios sejam para o PlayStation 2 e que, infelizmente, os remakes HD não tenham sido lançados fora do Japão.
Apesar de algumas comparações que possam ser feitas por aí, a série da Sega tem muito pouco a ver com Grand Theft Auto, mesmo que ambas falem do mundo do crime e tenham mundos abertos.Yakuza, seguindo a filosofia de design japonesa, é muito mais focado e intimista, por assim dizer: os games falam da saga (repleta de drama) de Kazuma Kiryu, ex-membro da máfia, e amarra a narrativa de dois jeitos: as grandes cidades e as várias pequenas atividades que se pode fazer nelas, como ir ao karaoke e treinar lutadores profissionais. Se você curte o Japão e histórias de gângsters, Yakuza é obrigatório.

Madden NFL 25: um touchdown na simulação

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Vinte cinco anos de alegrias, derrapadas, críticas e um bom trabalho, chegamos a mais uma versão do futebol americano para videogame. Independentemente do longo caminho, que merece discussões, agora é hora de comemorar as duas décadas e meia da franquia Madden nos consoles. A nova edição do game traz poucas mudanças quando comparada à anterior, como já era de se esperar por conta da nova geração batendo na porta. Porém, algumas novidades deixaram a série mais legal e muito mais desafiadora, principalmente para quem gosta de simulação.

Bons gráficos, menu confuso
Não há discussão. Quando o assunto é parte gráfica, Madden NFL 25 dispensa comentários, deixando os outros jogos da própria franquia para trás. Uma pena que isso não seja aproveitado em outras partes do game, como nas CGs, que são bem legais, mas depois de poucas horas já estão gravadas na mente dos jogadores. Lembrando que isso é apenas um detalhe e não interfere no jogo em si. Mas seria legal que houvesse um cuidado maior nesta área, algo que a Electronic Arts poderia aprender um pouco com sua principal concorrente nos jogos de esportes, a 2K Sports.
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Já os menus foram totalmente reformulados e lembram muito a dash do Xbox 360. Ficou muito bonito e diferente, mas também muito confuso, principalmente para os novatos. Mesmo você jogando no Xbox, vai sentir um pouco de dificuldade em achar alguns modos de jogo logo de cara. Mas, eu garanto, depois você se acostuma. Uma coisa que eu gostei demais foram as telas de loading, que mostra imagens dos jogos anteriores da série e com algumas curiosidades sobre elas. Os antigos fãs vão gostar.

Trombadas
Quando falamos de jogabilidade no universo do futebol americano dos games, automaticamente fazemos referência à física de contato e, como já era esperado, ela melhorou. Com a chegada da segunda geração da Infinity Engine, isso já era possível de se acreditar e, aqui, ponto para a Eletronic Arts.
O sistema de impacto está muito mais parecido com o real e os big hits menos grosseiros como nas versões anteriores. Para um jogo que bebe do conceito de contato, a empresa vem caminhando bem neste quesito.
Outro fator que melhorou bastante foi a forma pela qual o jogador que tem a bola consegue se desvencilhar da marcação adversária. Agora ele consegue evitar a marcação, deixando o game mais parecido com o que encontramos na realidade. Isto já existia nas versões anteriores, mas nunca foi bem implantado. Desta vez, está mais fácil realizar e perceber as ações. Acredite se quiser, até mesmo aqueles pulos que os running backs dão quando o time está muito perto de marcar um touchdown são possíveis agora.
Se por um lado ficou mais fácil correr com a bola, pelo outro, defender ficou mais difícil. O adversário não terá mais aquela vida fácil de chegar perto do concorrente e derrubá-lo automaticamente. Terá que usar alguns comandos para ter sucesso nas jogadas defensivas.
Se você estiver com muitas dúvidas, o jogo traz um bom tutorial jogável, que ainda dá, como prêmio, cartas para serem utilizadas no UT. O grande ponto de discussão é saber se esta física será aproveitada na nova geração. Se sim, ótimo, meio caminho andado para continuarmos evoluindo neste aspecto.

Vida longa ao quarterback
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Agora você tem mais liberdade para criar uma verdadeira estratégia de ataque. O option drill e o triple option drill vão fazer com que o seu adversário fique totalmente perdido na hora de marcar as jogadas de ataque. Agora você tem mais liberdade para criar uma verdadeira estratégia de ataque. O option drill e o triple option drill vão fazer com que o seu adversário fique totalmente perdido na hora de marcar as jogadas de ataque. Option drill – Correr com o quarterback: o jogador pode escolher entre correr com a bola ou passar para o corredor, algo muito comum na NFL. Nos jogos antigos, isso não era possível. Com isso, você poderá surpreender o adversário. Triple option drill – Esta ação parte da mesma premissa que a option drill, só que além do running back, também é possível passar para um full back, tornando a estratégia de ataque mais difícil de ser descoberta.
Também há uma novidade nos lançamentos de bola do quarterback, que agora podem ser definidos em dois tipos: mais fortes e rasantes ou mais longos e que flutuam no ar. Cada um com sua particularidade, prós e contras.
A consistência online do jogo não é segredo para ninguém. Minha dúvida era se seríamos prejudicados pelo delay ao executar a option drill e triple option drill.

Nada se cria, tudo se copia
Madden Share é algo que os fãs estavam esperando havia alguns anos, mas que finalmente dá as caras na franquia, mesmo já tendo sido utilizada nos jogos de futebol americano universitário. Eu, particularmente, estava doido para ver o funcionamento do modo. Por meio dele, é possível compartilhar jogadores, livros de jogadas e até mesmo elencos atualizados.
Se refletirmos, a produtora foi muito esperta. Tirou de suas costas uma pressão de lançar updates e deixou na mão dos fãs que, geralmente, têm muito mais carinho em realizar atualizações. O fato é que em muitas pesquisas realizadas desde o lançamento do jogo, a maioria delas coloca o compartilhamento de elencos como o mais utilizado entre os fãs. Vale lembrar que a 2K Sports também já trazia este modo em seus games, como o MLB The Show.
Para terminar, algo que estava demorando para aparecer. Os famosos cenários históricos estão em Madden NFL 25 para alegria dos saudosistas de plantão. Afinal, quem não queria jogar uma partida com o grande John Madden?

Titanfall chega em 11 de março com Edição de Colecionador

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Titanfall, uma das melhores supresas – e um dos jogos mais empolgantes – da E3 deste ano, já tem data para sair: 11 de março do ano que vem, confirmou a Electronic Arts.
Além da edição normal, o jogo de soldados futuristas e robôs gigantes da Respawn Entertainment também vem em uma edição especial que vai custar nada humildes US$ 250. Nela, além do jogo, vem uma miniatura de 45 centímetros de um dos “titãs”, um livro com ilustrações conceituais e um pôster com o esquema do Atlas.
Estamos falando dessa belezinha abaixo:

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Titanfall é para Xbox 360, Xbox One e PC e está sendo desenvolvido pelo estúdio formado por vários ex-Infinity Ward.